intrinsecamente o brasil tem uma relação visceral com a cultura e especialmente com música e eventos presenciais. segundo pesquisa da fundação itaú, 97% dos brasileiros realizaram alguma atividade cultural nos últimos 12 meses, e mais de metade das pessoas participou de eventos presenciais ao menos uma vez por mês. isso inclui festas folclóricas, shows e celebrações coletivas que integram música, dança e tradição.
a cultura não é acessório social, é parte do cotidiano. é o que nos reúne, nos identifica e nos conecta. em um mundo onde o digital fragmenta atenção, experiências presenciais intensas, como eventos culturais, se tornam plataformas únicas de construção de sentido e pertencimento.

ritmo como expressão cultural
sabemos que samba e pagode não são apenas gêneros musicais. eles são símbolos de identidade e presença comunitária nas cidades, integrados às tradições populares e ao nosso jeito de celebrar. em festas, em blocos de rua, em rodas de samba, o que está em jogo não é apenas som é relação, história e memória coletiva.

o festival repique e a sustentabilidade cultural
é exatamente isso que o festival repique tem buscado fazer ao longo dos anos: dar palco não só para a música, mas para a continuidade da cultura. e em 2025/2026, isso ganhou um significado ainda mais profundo por meio do projeto social repique do amanhã, desenvolvido em parceria com @samba_71, @phxinstrumentos e @sambamusic.percussion em um colégio municipal de ribeirão preto.
levar instrumentos, vivência e acesso ao ritmo para estudantes é um gesto simples mas poderoso: não apenas expõe crianças e adolescentes à prática musical, como também contribui para a perpetuação viva da cultura do samba e do pagode. ao invés de só celebrar o presente, o projeto investe no futuro desses ritmos.
se o show tem que continuar, e o samba não pode morrer, é preciso formar, envolver e passar adiante o ritmo.

o papel da marca e das empresas
marcas que se engajam em eventos culturais e em projetos como o repique do amanhã o fazem com propósito. elas entendem que cultura não é apenas um pano de fundo para campanhas: é um ativo social e afetivo que constrói valor de marca ao longo do tempo.
quando uma marca participa de iniciativas que fortalecem ritmos autênticos, ela:
- fortalece conexão com o público em níveis emocionais e culturais;
- contribui para a sustentabilidade de práticas que constroem identidade social;
estabelece vínculos com comunidades reais, não com audiências dissolvidas em métricas.

por que isso importa para estratégias de marca?
dados mostram que eventos presenciais e atividades culturais continuam sendo parte central da vida das pessoas mesmo em tempos digitais. o público não apenas consome cultura, mas a vive em contextos e interações significativas. a participação em eventos presenciais é uma expressão de pertencimento; ela gera memória afetiva, reconhecimento social e narrativa compartilhada.
marcas que entendem isso vão além de aparecer como patrocinadoras: elas se tornam parte ativa da construção e continuidade cultural.
cultura não se celebra. cultura se sustenta.
e quando empresas e marcas passam a investir em projetos como repique do amanhã, elas não estão apenas patrocinando um evento, estão ajudando a garantir que o ritmo continue ecoando nas gerações que virão.
